quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Beleza Americana.


Não é de hoje que os EUA mandam e desmandam nesse mundo de meu Deus, desde os primórdios é assim, não seria mais uma crise político-econômica que iria quebrar o novo estado e nem a fidelidade do povo estadunidense a pátria amada idolatrada salve, salve, de bandeira azul e vermelho e branco.

Admiro o patriotismo norte americano, a raça com que o povo leva seu país nas costas, não vejo isso acontecer por aqui desde a inconfidência mineira para ser sincero, onde estão os patriotas brasileiros, eu lhes pergunto? Onde?

Não. Não estou falando de um país perfeito, os EUA tem seus problemas, grandes problemas eu diria, eles são simplesmente a nação mais odiada do mundo, “os sanguinários da economia”, a nação do “cão” para muitos e muitos socialistas do mundo que é CAPITALISTA , são os lobinhos em pele de cordeiro, mas sobre tudo isso, são inteligentes.

A inteligência norte americana me fascina e não falo em inteligência visando o lado operacional e tecnológico, falo de inteligência em um único sentido o estratégico, há nação com mais planos políticos estratégicos que os EUA? Os caras sugaram Cuba, os caras investiram forte no Iraque unicamente para extrair o seu petróleo, até no Brasil os caras (mandam) tentaram mandar, eles praticamente forçaram a participação brasileira nas guerras mundiais, “quase” instalarão base militar aqui em 60 e é por esses e outros motivos que eu sou fã da política externa norte americana, a do Brasil também tem seus créditos é claro, mas a administração brasileira nunca foi e nunca será  tão audaciosa.

Tudo bem... Eu sei o que você está pensando, você deve estar ai falando que não queria que o Brasil fosse como os EUA, “A não Eduardo, se é pra gente ter que invadir um país do outro lado do mundo e sugar suas riquezas naturais como petróleo e gás é melhor ficar como estamos mesmo” -.-‘ triste engano o seu, veja bem, não estou creditando graças ao fato das guerras e inúmeras invasões feitas pelos EUA, estou creditando o seu poder de brincar com o mundo, fazer tudo aquilo que todos os outros países pensam em fazer e não tem coragem.

O Brasil tem sua boa política externa e também dou crédito a isso, mas se fosse pra escolher entre investir muito de nossa economia em países afetados pela crise econômica recente, emprestando milhões e milhões, se fazendo de bom moço para salvar a Europa, deixando milhares e milhares de famintos aqui ou invadir um país e secar suas reservas de petróleo  visando a melhoria dos meus, pode ter certeza que eu apostaria na segunda opção.

Sempre achei que vivo em um país sem moral. Calma! Veja bem, somos bem vistos pela ONU, somos bem visto por toda a comunidade internacional, somos os queridinho do mundo, temos alianças que vão desde ditadores malucos até governantes que assim fazem em nome da “paz e do amor”, melhor... Somos está nação, mas do que nos adianta sermos tudo isso, e não sermos respeitados belicamente por outro estado? Nosso referencial de soberania é tão baixo, mais tão baixo quando falamos de poder de destruir e conquistar, que uma guerra  aqui não seria uma guerra, mas o levantamento por parte de nós  de uma bandeira branca dizendo assim aos nossos dominadores, “Sejam muito bem vindos!

 Perdão, talvez eu tenha exagerado um pouco, talvez o Brasil tenha muito mais em poder bélico do que eu possa imaginar e talvez andando por ai eu ainda encontre leais seguidores de nossa pátria mãe, mas se isso acontece... Onde eles estão?


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Bem... Fiquei sabendo hoje pela manhã sobre a vitoria do Obama e como estava torcendo que ele mais uma vez fosse eleito, resolvi registrar algumas coisinhas aqui, não escrevi muita coisa  até por que é o assunto mais falado no mundo desde a madrugada dessas desta quarta-feira.


Só pra constar.




Go Obama.


Não foi uma simples vitoria, mas a confirmação massacrante de que os tempos são outros. A confirmação da reeleição de Obama como presidente da maior potencia mundial em tempos modernos reforça a ideia que o mundo mudou e que a submissão raça por raça definitivamente já não existe mais, somos hoje todos iguais perante Deus, leis e homens.


O que mais me impressionou nessa corrida pela casa branca foi o fato da decisão ter sido tomada pela mão do povo, não foi Obama que se colocou no poder e sim a unificação das classes mais baixar nos EUA, negro, pobres, proletariado, todos eles unidos e buscando o que todas as nações do mundo têm buscado nos dias de hoje, melhores oportunidades, veja o tamanho da vitoria “Temos a maior nação do globo, regida por um negro que descende de um dos países mais pobres do mundo e que foi colocado no poder pelas classes mais baixas da sociedade, isso é mesmo incrível”.

O país onde hoje um negro rege soberano um dia prendeu uma negra por ela ter sentado no lugar de um branco em um ônibus, isso é historia meus companheiros, historia.

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